Promovendo a Liberdade de Expressão em Moçambique​

Tendência da cobertura dos media na primeira semana da campanha eleitoral de 2019

meios avaliados

O Sindicato Nacional dos Jornalistas; o MISA-Moçambique e o Centro de Estudos Interdisciplinares de Comunicação (CEC) têm vindo a promover um conjunto de actividades como forma de garantir uma cobertura profissional da campanha eleitoral e que permita aos cidadãos eleitores formularem opiniões de qualidade (e não deturbadas) sobre as actividades de campanha dos candidatos.

MAEFP e MISA lançam a 8ª edição do Prémio Nacional de Jornalismo em Administração Pública

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O Ministério de Administração Estatal e Função Pública e o MISA-Moçambique, lançaram, nesta quarta-feira (04 de Setembro de 2019), a 8ª edição do Prémio Nacional de Jornalismo em Administração Pública. Com o objectivo de premiar as melhores peças jornalísticas sobre as acções em curso de transformação e modernização da administração pública moçambicana alicerçada na Estratégia de Reforma e Desenvolvimento da Administração Pública, podem candidatar-se todos os trabalhos jornalísticos originais sobre a matéria, publicados nos órgãos de comunicação social, registados no País nas categorias de Rádio, Televisão e Imprensa Escrita. De acordo com o regulamento do concurso, o Prémio elegerá matérias inseridas nas temáticas de Boa Governação e Combate à Corrupção; Profissionalização da Função Pública; Descentralização e Desconcentração e Melhoria da Prestação de Serviços. Este ano, como tem sido habitual, o Concurso Nacional de Jornalismo em Administração Pública, vai, premiar o total de nove peças jornalísticas, sendo que três melhores peças de reportagem, veiculada em emissoras de rádio sediadas no país, três melhores peças de reportagem exibidas em emissoras de televisão e três melhores peças de reportagem sobre os temas elegíveis, publicadas em jornais ou revistas, de periodicidade igual ou inferior ao período trimestral. Para facilitar o processo de entrega de candidaturas aos jornalistas interessados em concorrer, os organizadores aceitam receber duas cópias das peças jornalísticas candidatas, de acordo com a sua natureza para os seguintes locais: Ao Nível da Cidade de Maputo, a entrega deve ser feita junto ao Ministério da Administração Estatal e Função Pública (Direcção Nacional de Desenvolvimento da Administração Pública, Rua da Rádio, no 112, 4º andar) e na Secretaria da Cidade de Maputo, Bairro de Laulane. No resto do país, a entrega será através das secretarias provinciais e/ou nas secretarias distritais. Importa salientar que o período de submissão dos trabalhos é entre os dias 04 de Setembro a 05 de Novembro de 2019 e a cerimônia de premiação dos melhores trabalhos será no próximo dia 28 de Novembro de 2019, em Maputo.

MISA preocupado com jornalistas envolvidos em actividades de partidos políticos

comunicado

O MISA Moçambique tomou conhecimento da existência de jornalistas que estão envolvidos activamente em actividades de partidos políticos sem que tenham renunciado as suas funções jornalísticas, o que os coloca numa clara situação de incompatibilidades. O MISA Moçambique faz recordar aos jornalistas que filiar-se ou integrar partidos políticos é um direito que assiste a todos os cidadãos. Qualquer jornalista pode filiar-se a um partido político e envolver-se activamente em actividades políticas do seu partido, desde que renuncie temporária ou definitivamente o exercício da actividade jornalística.

MISA e CEC formam monitores da cobertura eleitoral

O Instituto de Comunicação Social da África Austral – Capítulo Moçambicano (MISA-Moçambique) e Centro de Estudos Interdisciplinares de Comunicação (CEC), realizaram, esta quarta-feira (28 de Agosto de 2019), em Maputo, o workshop de capacitação de 15 analistas de conteúdos no âmbito do Processo de Monitoria da Cobertura das Eleições de 2019.

Encerra cíclo de formação de 120 jornalistas em matéria de cobertura eleitoral

Encerra, no Domingo, em Nampula, o cíclo de formações regionais de 120 jornalistas em matérias de cobertura eleitoral. Neste momento, encontram-se, em formação na Cidade de Nampula, 40 jornalistas provenientes das províncias do Niassa, Cabo-Delegado, Nampula, incluindo a Zambézia.O cíclo iniciou a 12 de Agosto com a formação de jornalistas nas regiões sul (40) e centro (40).

40 jornalistas formam-se em cobertura eleitoral na Beira

Quarenta jornalistas de diferentes Órgãos de Comunicação Social das províncias Tete, Manica e Sofala, participam desde este sábado (17) até segunda-feira (19 de Agosto de 2019), na Cidade da Beira, do seminário regional centro sobre a Cobertura Eleitoral. Organizado pelo Instituto de Comunicação Social da África Austral – Capítulo Moçambicano (MISA-Moçambique), em parceria com Instituto Eleitoral para a Democracia Sustentável em África (EISA), Moçambique, Centro de Estudos Interdisciplinares de Comunicação, (CEC) e o Sindicado Nacional de Jornalista (SNJ), a formação deverá abranger 120 jornalistas em todo país.

MISA preocupado com caso dos jornalistas Amade Abubacar e Germano Adriano

O MISA-MOÇAMBIQUE tem acompanhado com profunda preocupação o desenrolar do processo-crime em que Amade Abubacar e Germano Adriano, dois Jornalistas afectos ao Instituto de Comunicação Social (ICS), delegação de Cabo-Delgado, são acusados de crimes de instigação pública a um crime com uso de meios informáticos e injúria contra agentes da ordem pública.

Jornalistas aprovam Código de Conduta de Cobertura Eleitoral

Editores e jornalistas seniores, em representação de diversos Órgãos de Comunicação Social do país, aprovaram, nesta quarta-feira, 7 de Agosto, em Bilene província de Gaza, o Código de Conduta de Cobertura Eleitoral. Com esta aprovação, os princípios estabelecidos pelo código, passam a integrar o Estatuto Editorial dos Órgãos de Comunicação Social aderentes, e passam a ser aplicáveis a estes enquanto entidades empregadoras e veículos de agregação e comunicação de conteúdos noticiosos, e bem assim aos Jornalistas que neles colaborem.

“No equilíbrio de paz e democracia é preciso reinventar o jornalismo”

O Professor Severino Nguenha defende que para garantir o equilíbrio da paz e da democracia em Moçambique é necessário que os jornalistas reinventem novas formas de trazer a informação ao público, obrigando, por outro lado, que o político se posicione em relação às preocupações fundamentais do país.Nguenha, que fazia “uma análise crítica à cobertura eleitoral dos media em contexto de crise”, disse que a missão principal do jornalista em tempos actuais é de garantir a paz, sem nunca renunciar a democracia.

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