logo misa

Promovendo a Liberdade de Expressão na África Austral

IMG 5650O Professor Severino Nguenha defende que para garantir o equilíbrio da paz e da democracia em Moçambique é necessário que os jornalistas reinventem novas formas de trazer a informação ao público, obrigando, por outro lado, que o político se posicione em relação às preocupações fundamentais do país.
Nguenha, que fazia “uma análise crítica à cobertura eleitoral dos media em contexto de crise”, disse que a missão principal do jornalista em tempos actuais é de garantir a paz, sem nunca renunciar a democracia.


“Não é possível haver democracia no país, se não há jornalistas a traduzirem com transparência, trazendo para cima, as preocupações populares e a interpretar as decisões politicas do país” , disse o académico para quem ”não é actividade do jornalista incendiar, mas sim, de criar a paz, fazendo sempre uma leitura critica da situação”.


Nguenha fala num workshop de jornalistas sobre a cobertura eleitoral no contexto da legislação, qualidade de informação e a ética, que decorre em Bilene (6 e 7 de Agosto).


Para Nguenha, a transparência jornalística deve ser realizada, não traindo o povo no acto da tradução de uma determinada mensagem.
O Jornalista é convidado a interpretar as discussões políticas para que o povo possa entender.


IMG 5644“Os Jornalistas são tradutores, intérpretes e intermediários. São aqueles que tornam compreensível àquilo que não é percebido”, afirmou Nguenha, para depois explicar que no acto de transmissão de uma mensagem, o jornalista deve permitir que a mensagem seja mais importante do que o mensageiro.

O Professor terminou sua intervenção explicando que “a acção do jornalista não vai ter pertinência, não vai ter valor, se no acto de fazer não se reinventar”.


O workshop sobre os media e cobertura eleitoral, no contexto da legislação, qualidade de informação e a ética é Organizado pelo Instituto de Comunicação Social da África Austral – Capítulo Moçambicano (MISA-Moçambique) em parceria com Instituto Eleitoral para a Democracia Sustentável em África (EISA) Escritório de Moçambique e o Sindicado Nacional de Jornalista (SNJ).

Com o apoio de:

igual partnercesc partnercesc partnercesc partnercesc partnercesc partner